13 PLANEJAMENTO PARA IMPLANTAÇÃO DAS SOLUÇÕES

Uma vez selecionada uma solução, chega-se ao momento de fazer um plano de ação para a sua implementação, isto é, considerar: o que fazer, por que fazer, como fazer , quando fazer e quem será o responsável pela implementação.

Para cada solução selecionada pela Matriz de Decisão vamos elaborar um plano de ação composto de :

O plano de ação é sempre consumidor de recursos de vários tipos, tais como:

· Recursos Humanos

· Equipamentos

· Insumos

· Recursos Financeiros

· Serviços

Nas formas mais tradicionais de planejamento, o recurso mais valorizado é , quase sempre o econômico ou financeiro. Sabendo que estes tipos de recursos são, e sempre serão escassos na área de saúde. Surge a necessidade de otimizar a sua utilização, para tanto, devemos nos afastar do modelo clássico de planejamento, buscando desenvolver modelos gerenciais inovadores e contemporâneos.

 

Temos sempre que tentar visualizar os recursos que serão consumidos em cada ação, é o primeiro passo para a análise de viabilidade da mesma. A viabilidade é a possibilidade de realização das ações, é o pode ser.

Devemos também escolher o(s) responsável(eis) pelas ações apontadas; é o profissional, ou grupo de profissionais, que ficará (ão) com a responsabilidade de acompanhar a execução das ações necessárias à implementação do plano.

Em relação aos indicadores, sabemos que para cada ação proposta devemos ter no mínimo um indicador. O indicador é uma representação gráfica, isto é, uma relação entre o realizado e o proposto. Tem as finalidades de:

- Acompanhar o desempenho

- Alinhar estratégias

- Definir prioridades

O bom indicador deve ser claro, ter flexibilidade, superação, ser mensurável e comparável. Sua construção deve ser avaliada periodicamente. Na concepção de Matus é a avaliação que determina o planejamento.

Em síntese, todas estas ações ou conjunto de ações vão desenhar o plano de ação, que tem como objetivo a melhoria da qualidade da assistência, redução dos custos hospitalares e a humanização do atendimento.

Usamos com o propósito de sistematizar o plano de ações a planilha sugerida pela metodologia EBP.

 

 

13.1 DETALHAMENTO DO PLANO DE AÇÃO

CAUSA : Baixa Responsabilidade de parte das equipes do C.C.

SOLUÇÃO : Criar Grupo de Melhoria e Desempenho (GMD)

AÇÕES

RECURSOS NECESSÁRIOS

RESPONSÁVEL

INDICADORES

RH

EQUIPAMENTOS /INSUMOS

FINANCEIROS OU SERVIÇOS

Criar o grupo (GMD)

N. Superior N. Médio ( Anexo 3 )

Sala de Reunião

Direção ADI

N.º de reuniões realizadas / N.º de reuniões agendadas

Adequar o CC quanto: Segurança e Conforto

N. S. e N. M. (existentes)

Obra Física para adequar o Fluxo de Material, Pessoal e Trabalho

GMD, Engenharia e CCIH

-Monitorar: Sistema de SegurançaExtintores Áreas de Escape, etc.); RedeElétrica, Hidráulica e de Gases e Ar Comprimido

Profissionalizar a Gestão do Setor

NS.(existente)

Cursos / Semináriose Simpósios

Direção / GMD e Assessoria RH.

No. de Profissionais treinados / Total de profissionais da

Iniciar Programa Educativo/ Normas e Rotinas

N.S. e N. M (existentes)

S. de ReuniãoMaterial Didático

Intranet

GMD

No. de Servidores Treinados (ano) /No. de ServidoresCCA

 

DETALHAMENTO DO PLANO DE AÇÃO

CAUSA: Baixa Responsabilidade de parte das equipes do C.C.

SOLUÇÃO: Criar Grupo de Melhoria e Desempenho (GMD)

AÇÕES RECURSOS NECESSÁRIOS RESPONSÁVEL INDICADORES
RH

EQUIPAMENTOS INSUMOS

FINANCEIROS OU SERVIÇOS
Criar / Iniciar novo programa de atividades (turno) no CCA

N.S. e N.M.

(Inexistente)

Material Cirúrgico e

Anestésico

Direção e GMD No.Cirurgias realizadas / No. Cirurgias agendadas
Criar / Iniciar Programa de Incentivo por Produtividade N.S. e N.M. (Inexistente) Micro Programa de Educação Continuada

Planejamento

Direção

Índice de Produtividade por Clínica
Ativar o RPA N.S. e N.M. (Existentes) Monitores c/ oximetro Pressão não invasiva e Cardiógrafo Chefia da Anestesia Aumento da produtividade das salas cirúrgicas Tx complicações na Pós -anestesia imediata

 

DETALHAMENTO DO PLANO DE AÇÃO

CAUSA : Baixa Responsabilidade de parte das equipes do C.C.

SOLUÇÃO : Criar Grupo de Melhoria e Desempenho (GMD)

AÇÕES RECURSOS NECESSÁRIOS RESPONSÁVEL INDICADORES
RH EQUIPAMENTOS INSUMOS FINANCEIROS OU SERVIÇOS
Criar / Iniciar Ambulatório de Anestesia N.S. (existente) Uma sala no ambulatório Chefia da Anestesia

.No. de Pacientes

Inabilitados -mês / No. de Pacientes Atendidos - mês

.Redução 10% TM Int. Pré- operatório imediato

.No de Cirurgias susp. (anest.) /

No Cirurgias agendadas.

Criar / Iniciar Programa

de Cirurgia Ambulatorial

N.S. e N.M.

(inexistente)

Monitores

Leitos

Adequar Área

Física

Direção

Planejamento

GMD

-N.º de Cirurgias

Realizadas / agendadas

-Pacientes c/ tempo de permanência < 12h / Total de pacientes operados

Criar / Iniciar Pós Operatório Único N.S. e N.M. (inexistentes) Monitores Leitos Adequar Área Física Planejamento / Direção e GMD Taxa de Complicações no Pós Operatório

 

 

DETALHAMENTO DO PLANO DE AÇÃO

CAUSA: Inadequado Sistema de Informação no CC.A

Solução: Reavaliar e adequar os atuais Sistemas de Registro

Ações

 

Recursos Necessários

Responsável

 

Indicadores

 

RH

Equipamentos

Financeiros ou Serviços

Avaliação / Substituição dos impressos utilizados no CCA

 

NS. (existente)

Micros

Núcleo de Informação e GMD

Nº formulários corretamente preenchidos / No. formulários utilizados

Criar Protocolos de Informação Produção / Produtividade Clínica

 

NS. e NM. (existentes)

Micros

 

GMD

Núcleo de Informação

Produção / Produtividade por Clínica Cirúrgica

Taxa Produção /Produtividade Clínica

Informatizar o CCA

(em rede)

NS. e NM. (existentes)

Micros

Adequar Área Física

CPD, Direção

GMD

No. de Micros instalados em rede /

No. Micros necessários

Relatórios / divulgar dados e

atividades do CCA

NS. e NM. (existente)

Micros

Impressoras

GMD

Ass. Com. Social

No. de Relatórios /ano

 

 

Iniciar Programa Educação de Continuada para Clientes Internos do CCA

NS. e NM.

(existente)

Sala de

treinamento

Treinamento em Serviço

Ass. RH. e Gerência do Setor

No. de Clientes Internos

treinados (ano) /

Nº de Clientes Internos

 

DETALHAMENTO DO PLANO DE AÇÃO

Causa: Inadequado Sistema de Indicadores de Qualidade e Quantidade

Solução: Criar os Indicadores de Qualidade e Quantidade

Ações

 

Recursos Necessários

Responsável

Indicadores

RH

Equipamentos

Insumos

Financeiro e

Serviços

Monitorar a Produção das

Clínicas Cirúrgicas, segundo o

Porte das Cirurgias

NS (existente)

NM (inexistente)

Micros

 

Núcleo de Informação

e GMD

No. Cirurgias P/M/G Porte / No. Total de Cirurgias

(Tabela Anestesia AMB)

Monitorar as Taxas de Suspensão de Cirurgias por

Clínicas Cirúrgicas

NS (existente)

NM (inexistente)

Micros

Núcleo de Informação

e GMD

No. de Cirurgias Suspensas por Clínica / No. Cirurgias Agendadas por Clínica

Monitorar as Taxas de Atrasos

do Início da Programação

Cirúrgica

(Atraso + 30’)

NS (existente)

NM (inexistente)

 

Micros

 

 

 

Núcleo de Informação

e GMD

 

Nº de Cirurgias Atrasadas no 1o.horário /

No de Cirurgias Agendadas no 1º horário

Monitorar as Causas de Suspensão de Cirurgia por Clínica Cirúrgica

NS (existente)

NM (inexistente)

 

Micros

Núcleo de Informação

e GMD

No de Cirurgias Suspensas por Clínica –causa (s) /

No de Cirurgias Agendadas por

Clínicas

Monitorar as Causas de Atrasos nas Cirurgias

 

NS(existente)

NM (inexistente)

 

Micros

 

 

 

 

Núcleo de Informação

e GMD

No. de Cirurgias Atrasadas (causa) / No. de Cirurgias Agendadas

Monitorar o Tempo de Uso das Salas Cirúrgicas do CCA

 

N.S. (Existente)

Micros

 

Núcleo de Informação

e GMD

N.º de Horas/Sala Utilizadas /

N.º de Horas/Sala Disponíveis

 

DETALHAMENTO DO PLANO DE AÇÃO

Causa: Inadequado Sistema de Indicadores de Qualidade e Quantidade

Solução: Criar os Indicadores de Qualidade e Quantidade

Ações

Recursos Necessários

Responsável

Indicadores

RH

Equipamentos Insumo

Financeiro e Serviços

Iniciar Vigilância Epidemiológica das Infecções Cirúrgicas

N.S.

(Existente)

Micros

CCIH e Núcleo de Epidemiologia (NEPED)

Taxa de Infecções Cirúrgicas por clínica

Iniciar Protocolo de Antibióticoprofilaxia em Cirurgia

N.S. (Existente)

Micros

CCIH e Chefes das

Clínicas Cirúrgicas

Taxa de Infecções Cirúrgicas

por Clínica

Monitorar as Tx reoperação por Clínica Cirúrgica

N.S.

(existente)

Micros

Núcleo de Informação e

GMD

No. Re-operações /

No. total Cirurgias por Clínica Cirúrgica

Criar / Iniciar Programa de Satisfação do

Cliente Externo

NS

NM

(existente)

Serviço Social e Gerência de

Hotelaria

.No de formulários respondidos

/No de formulários distribuídos

.No de formulários respostas + / No. formulários distribuídos

DETALHAMENTO DO PLANO DE AÇÃO

Causa: Inadequada Gestão de Material no CCA

Solução – Implementação do Trabalho de Campo ENSP 1998 .

 

 

Os autores Pedro Luiz da Silva Moura, Rosângela Maria da Conceição e Rita de Cássia O. Quintanilha , abordaram o tema – Logistíca Operacional do Abastecimento do Centro Cirúrgico A do Hospital Geral de Bonsucesso, através da Metodologia do Ensino Baseado em Problemas (EBP).

Sabemos que a infra-estrutura e o adequado abastecimento é um pré-requisito para que a assistência seja de qualidade e portanto segura para o paciente, os profissionais e para os gestores do Hospital.

O trabalho em tela, apontou para soluções práticas, viáveis, criativas, racionais e possíveis de serem implementadas ,algumas com grande impacto na melhoria dos processos de trabalho do CCA. Entretanto como dissemos anteriormente, nas organizações de Saúde o grau de Interdependência é bastante elevado e algumas ações dependem que outras aconteçam previamente para que sejam implementadas, ex. adequação de área física do CCA, Informatização em rede do CCA, abastecimento adequado da Unidade Hospitalar com eficiência nos processos de aquisição e controle de estoque.

Como vamos verificar, muitas das ações ainda não foram plenamente implantadas por diversos motivos, a maioria devida a falta de governabilidade dos autores. Entretanto a Chefia do Serviço de Anestesia de forma inteligente conseguiu implementar a ação pertinente à sua área.

A decisão de incorporar e resgatar este Trabalho de Campo mostra a disposição, a vontade e o reconhecimento de todo o GL da necessidade e a importância da implementação deste trabalho para o Hospital.

Por sugestão do nossos professores – orientadores apresentaremos de forma sucinta um quadro-resumo das soluções e ações propostas pelo trabalho.

TRABALHO DE CAMPO / 98

LOGÍSTICA OPERACIONAL DO ABASTECIMENTO DO CENTRO CIRÚRGICO DO HOSPITAL GERAL DE BONSUCESSO

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO HOSPITALAR – ENSP / 1998

Autores: Pedro Luiz da Silva Moura

Rosângela Maria da Conceição

Rita de Cássia de O. Quintanilha

Quadro Resumo: Soluções Û Ações Þ Implementação ou Situação Atual

 

  1. Solução: CENTRALIZAR TODO MATERIAL DE CONSUMO

NO ARSENAL PARA DISTRIBUIÇÃO CONTROLADA

 

Ação

Implantada

Parcial Impl.

Não Impl.

1 Orientar aos funcionários do Setor sobre a nova metodologia de trabalho

2 Recolhimento de todos os materiais de consumo existentes em todas as salas para um único local

 

3 Levantamento de todo o material de consumo existente

4 Avaliação do material de consumo existente e o que falta para conclusão da lista básica e específica

5 Providenciar o material de consumo falto

6 Arrumação de todo o material no arsenal, devidamente identificado

 

TRABALHO DE CAMPO / 98

Quadro Resumo: Soluções Û Ações Þ Implementação ou Situação Atual

  1. Solução: CONSCIENTIÇÃO DA EQUIPE CIRÚRGICA DA

NECESSIDADE DE ECONOMIA DE MATERIAL

Ação

Implantado

Parcial Impl.

Não Impl.

1 Reuniões periódicas com a equipe sobre o consumo básico por sala e a necessidade do registro no computador de todo o material utilizado

2 Explanação sucinta sobre como se dá o processo de abastecimento no Centro Cirúrgico

 

 

3 Explicação básica sobre a metodologia e apuração de custo

4 Explicação sobre o binômio custo / benefício e sua forma de cálculo na produtividade

5 Acompanhamento e interpretação das significados das séries históricas de evolução dos custos do setor, através de relatórios periódico

TRABALHO DE CAMPO / 98

Quadro Resumo: Soluções Û Ações Þ Implementação ou Situação Atual

3- Solução: CONSULTAR O MAPA CIRÚRGICO ANTES DE SE ENCAMINHAR PARA A SALA E RECOLHER MATERIAL APÓS CIRURGIA

 

Ação

Implantado

Parcial Impl.

Não Impl.

1 Estabelecimento dos limites de horário para entrega das programações das Clínicas objetivando a confecção do Mapa Cirúrgico

2 Confecção do Mapa Cirúrgico de acordo com as possibilidades do Centro Cirúrgico

 

 

3 Confecção do Mapa com alocação de cirurgias por salas

4 Confeccionar escala diária com alocação dos funcionários distribuídos por salas

5 Colocar o Mapa em local visível onde todos os funcionários possam consultar

6 Entrega do Mapa Cirúrgico já definido para setores envolvidos com o processo cirúrgico

7 Recolhimento das sobras e encaminhamento das mesmas ao arsenal

 

 

TRABALHO DE CAMPO / 98

Quadro Resumo: Soluções Û Ações Þ Implementação ou Situação Atual

  1. Solução: PADRONIZAÇÃO DOS MATERIAIS NAS SALAS DE CIRURGIAS

Ação

Implantada

Parcial Impl.

Não Impl.

1 Definição: lista básica lista específica e lista emergencial

2 Elaboração de uma lista que contemple cirurgias básica, específica e emergencias por sala / especialidade de materiais para cirurgias

 

 

3 Revisão da lista básica específica e emergencial para atendimento das cirurgias

4 Avaliação da lista básica específica e emergencial para atendimento das cirurgias

5 Programação de revisão periódica da lista básica e emergencial para atendimento das cirurgias

 

TRABALHO DE CAMPO / 98

Quadro Resumo: Soluções Û Ações Þ Implementação ou Situação Atual

5- Solução: CRIAÇÃO DE KITS PARA CIRURGIAS BÁSICAS E

ESPECÍFICAS COM CONTROLE DE CONSUMO

Ação

Implantada

Parcial Impl.

Não Impl.

1 Identificação do que é material básico, específico e emergencial, procurando diferenciá-lo por cores

2 Criação de protocolo sobre quem deixará montado os KITS

 

 

3 Treinamento do funcionário que ficará no arsenal e definição das suas funções

4 Criação de uma lista básica e específica de insumos por especialidade por tipo

5 Confecção dos KITS, de acordo com a identificação de básico e específico dando- lhes um número para sua identificação

6 Criação de um KIT de insumos extra por especialidade/sala; que atenda as emergências de cada sala

TRABALHO DE CAMPO / 98

Quadro Resumo: Soluções Û Ações Þ Implementação ou Situação Atual

5- Solução: CRIAÇÃO DE KITS PARA CIRURGIAS BÁSICAS E

ESPECÍFICAS COM CONTROLE DE CONSUMO

( CONTINUAÇÃO )

Ação

Implantada

Parcial Impl.

Não Impl.

7 Criação de mecanismo que supra as cirurgias emergenciais não programadas

8 Criação de KITS para controle de anestesia, também diferenciados por cores

 

 

9 Confecção de rótulos de dentificação dos KITS

10 Confecção no computador, da relação de itens de cada KIT, assim como a numeração que recebeu, para auxiliar na montagem diária dos mesmos

11 Criação de mapa demonstrativo no computador de todos os KITS que já foram dispensados. Deixando espaço para ser anotado os demais itens que poderão vir a serem solicitados

12 Criação de protocolo para montagem de carros individuais por sala de cirurgia

 

 

TRABALHO DE CAMPO / 98

Quadro Resumo: Soluções Û Ações Þ Implementação ou Situação Atual

5- Solução: CRIAÇÃO DE KITS PARA CIRURGIAS BÁSICAS E

ESPECÍFICAS COM CONTROLE DE CONSUMO

( CONTINUAÇÃO )

Ação

Implantada

Parcial Impl.

Não Impl.

13 Arrumação diária dos carros de cirurgias por sala de cirurgia / especialidade

14 Definição de um local para guarda dos KITS e embalagens dos KITS / especialidades

15 Reavaliação dos KITS criado

16 Redefinição dos espaços no arsenal

 

17 Emissão de um relatório de estoque físico para conferência

18 Orientação na compra de carrinhos para a cirurgia

 

19 Mudança do nome arsenal para entreposto

 

 

13.2 CRONOGRAMA DOS PLANOS DE AÇÃO

 

Um conjunto de ações implica em ordenamento temporal das mesmas,

de forma que algumas, poderão ser desencadeadas imediatamente e outras,

deverão "aguardar" um pouco mais. Nesta seqüência, por vezes, acontece

de uma ação depender que outra, seja previamente realizada .

 

A seguir a Proposta de Cronograma elaborada pelo Grupo Local:

 

Cronograma dos Planos de Ação ----- Solução: Criar o GMD.

MESES

AÇÕES

JAN

FEV

MAR

ABR

MAI

JUN

JUL

AGO

SET

OUT

NOV

DEZ

Criar o GMD.

Profissionalizar a Gestão do CCA

Adequar o CCA. quanto a Segurança e Conforto

Criar Ambulatório de Anestesia

Iniciar Programa Educativo / Normas e Rotinas

 

Cronograma dos Planos de Ação --- Solução: Criar o GMD. (Cont.)

 

MESES

AÇÕES Criar RPA.

JAN

FEV

MAR

ABR

MAI

JUN

JUL

AGO

SET

OUT

NOV

DEZ

Criar RPA.

Criar Pós Operatório Único

Iniciar Programa de Cirurgia Ambulatorial

Criar novo turno de Atividades no CCA

Iniciar Programa de Incentivos por Produtividade

 

Cronogramas dos Planos de Ação ---- Solução: Reavaliar e Adequar os

Atuais Sistemas de Registros

MESES

AÇÕES

JAN

FEV

MAR

ABR

MAI

JUN

JUL

AGO

SET

OUT

NOV

DEZ

Criar Protocolos de Informação de Produção / Produtividade por Clínicas

Avaliação / Substituição dos Impressos utilizados no CCA.

Relatórios / Divulgação Dados e Ativvidades do CCA.

Iniciar Programa de Educação Continuada para Clientes Internos do CCA.

Informatizar o CCA. em Rede

 

Cronograma do Plano de Ação ----- Solução: Criar os Indicadores de Quantidade e

Qualidade

MESES

AÇÕES

JAN

FEV

MAR

ABR

MAI

JUN

JUL

AGO

SET

OUT

NOV

DEZ

Monitorar taxas de suspensão e tx de atraso das cirurgias

Monitorar as Causas de suspensão e de Atrasos das Cirurgias

Monitorar a Produção das Clínicas, segundo o porte das cirurgias

Criar / Iniciar protocolo de antibióticoprofilaxiaem cirurgia

Iniciar vigilância epidemiológicas das infecções cirúrgicas

Criar / Iniciar Programa de Satisfação do Cliente

Monitorar o tempo de uso das salas cirúrgicas do CCA