| Em
2000, o HGB foi o único hospital do rio de
Janeiro a participar do projeto piloto do Programa
Nacional de Humanização Hospitalar
(PNHH). Com a criação do Grupo Técnico
de Humanização do HGB, no mesmo ano,
foi realizada uma Oficina, na qual se identificaram
queixas freqüentes dos funcionários
com relação ao sedentarismo, ao desenvolvimento
de doenças crônicas e à falta
de tempo, de recursos financeiros, de incentivo
e de oportunidade. Uma das possíveis soluções
seria a criação de um espaço
destinado à redução do estresse
físico e mental.
Já,
em 2003, a Divisão de Recursos Humanos do
HGB realizou uma pesquisa com os trabalhadores com
relação a prática de atividades
físicas e terapias alternativas. Foi identificado
que 90% dos pesquisados não praticavam nenhuma
atividade por falta de tempo, entre outros, apesar
de considerar de grande importância para sua
qualidade de vida. No ano de 2005, a Coordenação
de Segurança e Saúde do Trabalhador
(CSST) do Hospital identificou que as licenças
médicas totalizaram uma média de 30.350
dias perdidos. O principal grupo de causas de afastamento
por doença era as osteomusculares e as do
tecido conjuntivo, com destaque para as dores na
coluna cervical e lombar, seguidos dos afastamentos
por hipertensão arterial.
Preocupada
com essa situação, a Divisão
de Recursos Humanos, a Coordenação
de Segurança e Saúde do Trabalhador,
em parceira com o Grupo de Humanização
do HGB elaborou o Projeto HGB Vida, a exemplo de
várias empresas, focado na promoção
da saúde e na qualidade de vida do trabalhador.
Com isso, o Hospital Geral de Bonsucesso passa a
ser a primeira unidade de saúde a ter um
projeto nesta área. |