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007/22/2008

Sífilis congênita afeta bebês

Por Thaís Martinelli

Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, a cada grupo de mil bebês que nascem no Rio, dez têm sífilis congênita. No país, a média é de cerca de 3,8 para cada mil nascidos vivos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera que a sífilis está eliminada quando a taxa é menor do que um para cada mil nascidos vivos.

 

Para evitar a sífilis congênita, que causa desde abortos a graves seqüelas nos bebês, o Ministério da Saúde exige a realização do teste pelo menos duas vezes durante o Pré-Natal, uma na primeira consulta e a segunda por volta da 28ª semana da gravidez, e mais uma vez na Maternidade, na hora do parto.

 

Segundo o Ministério, apenas 14% das mulheres que fazem pré-natal são submetidas aos três testes recomendados. Isso indica que 3,5% das mulheres do país não realizam Pré-Natal. Caso não sejam tratadas antes do parto, até 40% das gestantes diagnosticadas com sífilis têm chance de infectar os próprios filhos. O exame é um direito da mulher.

 

No HGB, o exame faz parte da rotina das consultas e todos os médicos fazem o pedido. Além disso, é feito o teste Anti-HIV no momento em que ela é internada na Unidade e no Pré-Natal. “O maior problema é que não adianta tratar a mulher se o parceiro não se cuidar. Muitas vezes ele não quer tomar a medicação (benzetacil) e não usa o preservativo. O médico dá as orientações, mas a decisão é do parceiro”, afirma a Dra. Célia.

 

Para a médica, o ideal era que não tivesse nenhuma mulher infectada. Em 2000, já havia uma campanha para acabar com a sífilis e devido ao aumento da liberdade sexual a estatística tem aumentado. “Você previne, trata, evita que as crianças desenvolvam todo o processo, mas você não acaba com a doença”, ressaltou a Dra. Célia.

 

Doença pode levar à morte

 

A sífilis congênita pode se manifestar logo após o nascimento ou durante os primeiros dois anos de vida da criança e levar à morte. Na maioria dos casos, os sinais e sintomas estão presentes já nos primeiros meses de vida. Ao nascer, a criança infectada pode apresentar problemas como pneumonia, feridas no corpo, cegueira, dentes deformados, problemas ósseos, surdez ou retardamento.

 

Fonte: www.saude.gov.br

 

Estatísticas do HGB

 

De janeiro a maio deste ano, dos 1.159 partos realizados no HGB, 58 eram de mulheres com sífilis. No ano anterior, dos 2.590 partos realizados, 132 eram mulheres com sífilis.

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