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003/008/2012

HFB presta homenagem às mulheres



Texto e foto: Fábio Borges

Na manhã da última terça-feira (07/03), o Hospital Federal de Bonsucesso (HFB) promoveu um evento em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, comemorado no dia 08 de março. A abertura contou com a presença da diretora de Recursos Humanos do HFB, Arlene Gidra Gomes; da diretora da Divisão de Enfermagem, Fátima Ottoni; do representante da Divisão Médico-assistencial, Dr. Roberto Guimarães; do diretor-adjunto do HFB, Dr. Moysés Rechtman e do diretor-geral do Hospital, Dr. Flávio Silveira. “Nós já estamos trabalhando para melhorar o atendimento à mulher agora mesmo. Vamos fazer com que o acesso às parturientes seja mais rápido, para que não precisem, por exemplo, esperar o elevador enquanto está em trabalho de parto, uma cena que acabei de assistir”, contou, comovido, o diretor do HFB.

A celebração teve ainda a presença do Coral da Comlurb, que cantou clássicos populares e animou a platéia que lotou o auditório da Maternidade. O evento culminou com a mesa-redonda intitulada “Violência contra a Mulher – o que temos e o que queremos”. As palestrantes convidadas para esta mesa foram a Dra. Gleyde Selma da Hora, integrante da Comissão da Mulher da OAB/RJ; a psicóloga Eloísa Zen e as assistentes sociais Luzia Magalhães e Tereza Cristina Ferreira, que atuam no HFB.

Diretora de Recursos Humanos desde 2001, a assistente social Arlene Gomes lembrou a sua luta pela implantação da Creche do Hospital, que, em suas palavras, “foi uma vitória para o descanso das mulheres que trabalham aqui, que podem ficar tranqüilas com seus filhos na creche dentro da própria instituição”. Arlene também falou sobre o “diferencial da mulher que, dentro de casa, faz várias coisas ao mesmo tempo”, mas também elogiou os homens que trabalham no HFB, “que não deixam de dar oportunidade para que a mulher mostre sua capacidade” - sendo ela mesma um exemplo da equidade entre os profissionais da Unidade.

A diretora de Enfermagem, Fátima Ottoni, deu um tom mais espiritual ao seu discurso, que enfatizou o valor da mulher na sociedade. “Como aprendi em uma viagem que fiz recentemente à Índia, o valor da mulher está na sua subjetividade. Seu ápice é a formação de uma nova vida dentro de seu próprio corpo”, ponderou, e reforçou a qualidade multitarefa intrínseca às mulheres. Ao final de sua fala, exaltou a serenidade feminina. “Nunca devemos subestimar a suavidade da mulher, pois não se trata de uma fraqueza, mas sim de uma fortaleza”, concluiu.

Mesmo sendo o evento uma celebração à mulher, o mais emocionado foi um homem, o Dr. Roberto Guimarães, assessor da Divisão Médico-assistencial. “Tudo que fiz eu devo às mulheres, pois, naturalmente, nasci de uma mulher, escolhi a ginecologia como profissão e, durante um período, também precisei fazer as vezes de pai e mãe ao mesmo tempo para criar minha filha”, contou, com a voz embargada e a evidente expressão de quem admira e conhece como poucos a alma feminina.

O diretor-adjunto do HFB, Dr. Moysés Reichtman, abriu as apresentações de acordo com o tema em pauta. “Historicamente, o homem colocou a mulher em um papel subalterno e assumiu uma posição de poder. Valores como emotividade e subjetividade eram colocados como fraquezas, enquanto, desde pequeno, houve uma permissividade em relação ao comportamento mais agressivo do homem”, ponderou. Em seguida, colocou suas expectativas em relação à sociedade no que diz respeito aos direitos da mulher. “Precisamos fazer um mundo igualitário, porque também não adianta uma hegemonia da mulher em relação ao homem. A igualdade entre homens e mulheres e entre todos os profissionais é um dos valores de grande importância que esta Direção pretende cristalizar”, concluiu.

A assistente social Tereza Cristina explicou que “a violência feminina é um fenômeno multifacetado e assim deve ser tratado, assistido e combatido, com assistência e proteção jurídica e assistencial aplicadas de forma integrada”, afirmou. Ela ainda denunciou o tratamento da mídia em relação às mulheres, que “ainda refletem uma visão estereotipada e desvinculada da luta das mulheres no século XIX, deu origem à data que comemoramos hoje”.

Dr. Gleyde da Hora, representante da OAB/RJ, falou sobre o avanço adquirido com a lei Maria da Penha, que é “considerada uma das três melhores leis do mundo, e criou um movimento contra a violência cotidiana, repetitiva e habitual”. E denunciou que, mesmo com a lei que “leva o nome de Maria da Penha pela coragem que esta mulher teve em denunciar a violência que sofria, ainda é preciso que seja submetida ao Supremo Tribunal Federal para que se torne constitucional”. A advogada lembrou, ainda, que “a cada dez brasileiros, seis conhecem uma mulher que foi vítima de violência”, e concluiu: “queremos uma sociedade de homens e mulheres de forma igualitária”.

Assessoria de Comunicação Social

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