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001/30/2017

Alertas de epidemias no Verão



Por Fabiana Macabu

Segundo o Ministério da Saúde, o verão trouxe junto com ele uma epidemia de Dengue, Zika e Chikungunya. Para essa última o MS lançou um manual de manejo clínico para os profissionais dos hospitais, clínicas e postos de saúde relacionado a doença. O responsável por transmitir essas enfermidades é o mosquito Aedes Aegypti.

A Sanitarista do Núcleo de Epidemiologia do HFB, Marcela Phering, reafirma as recomendações do Ministério da Saúde para não proliferar o vírus Aedes Aegypti: limpeza da água que fica parada em lugares como ralos e plantas. Além disso, o uso do repelente como instrumento para não ser picado pelo mosquito.

A Chikungunya começou sua epidemia em 2015, em regiões do norte e nordeste até se espalhar pelo Brasil. Até 10 de dezembro do ano passado foram notificados 263.598 casos. Os sintomas são febre acima de 39°, vermelhidão no corpo, dores nas articulações, inchaço, prostração, entre outros. Não há uma estimativa certa de quanto tempo os sintomas persistem. Há relatos de casos sobre pessoas que ficaram com artrite crônica.

Há três formas clínicas da Dengue: clássica (semelhante à gripe), hemorrágica (com alterações da coagulação sanguínea) e a síndrome do choque associado a Dengue (rara, mas pode levar a morte se não houver atendimento rápido e especializado). Os sintomas podem variar em febre alta (39º a 40°), prostração, dores nas juntas, vermelhidão no corpo, fraqueza, sangramento na gengiva, rompimento dos vasos superficiais da pele, entre outros.

O Zika virus só foi identificado no Brasil em abril de 2015. Já foram registradas mortes de pessoas infectadas e um surto crescente de casos de microcefalia, é uma condição neurológica rara em que a cabeça e o cérebro são menores do que de outros bebês. Isso acontece quando o feto ainda está no útero da mãe e ela é atingida pelo Zika. Os sintomas são febre alta, dor de cabeça, no corpo e nas articulações, diarreia, náuseas, cansaço, entre outros.

Segundo a sanitarista, em 2016, foram enviadas 214 amostras de casos investigados para Zika. “Nós mandamos exames de soro e urina para o Laboratório Central de Saúde Pública do Rio de Janeiro (Lacen) que foram coletados na emergência do Hospital”, declara Marcela.

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