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006/006/2018

Prevenção contra a Mortalidade Materna



Prevenção contra a Mortalidade Materna

Leia a entrevista com o ginecologista Moysés Rechtman

Por Fábio Borges

O dia 28 de maio no Brasil marca a Campanha de Combate à Mortalidade Materna e, no mundo, o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher. O Ministério da Saúde, através da Portaria nº 1.179, de 27 de abril 2018, a Semana Nacional de Mobilização pela Saúde das Mulheres. Esta iniciativa visa mobilizar os gestores, profissionais de saúde, usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS) e sociedade civil sobre a importância e a necessidade de promover, proteger e dar suporte a medidas de acesso e qualidade à atenção integral à saúde das mulheres. De acordo com o projeto, a cada ano, será enfatizado um tema numa abordagem ampliada à saúde da mulher. O tema escolhido para a primeira campanha será Mortalidade Materna. No Hospital Federal de Bonsucesso (HFB), o ginecologista Moysés Rechtman, coordenador do Centro de Atenção à Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente, explicou o conceito de mortalidade materna, as maneiras de proteger a saúde da mulher e a importância de ações de prevenção. “Um dos indicadores principais em relação à saúde da mulher é, indiscutivelmente, o índice de mortalidade materna. Entendendo-se como mortalidade materna os óbitos ocorridos durante a gestação ou após 42 dias do seu término, independentemente da localização, da duração da gravidez, e devido a qualquer causa relacionada à gestação. Tanto causas obstétricas indiretas como diretas”.

Dr. Moysés lembra que o Brasil avançou bastante na redução dos índices de mortalidade materna, mas ainda há um longo caminho para atingir o ideal. “No Brasil há um índice muito grande de mortes maternas. Elas são avaliadas através do número de óbitos femininos por 100 nascidos vivos em determinada área. No Brasil, em bora tenha havido uma diminuição da mortalidade materna, ela continua elevada, sendo que houve uma baixa real entre 1990 e 2015, razoavelmente acentuada, de 143 por 100, para 60 óbitos para cada 100 nascidos vivos, que ainda é um número considerado bastante elevado. No Rio de Janeiro dados mostram que essa mortalidade em 2015 foi de 60 para cada 100 mil, e isso tem aumentado em 2016 e 2017, chegando a cerca de 70 para 100 mil este ano, o que é um dado bastante preocupante”.

As causas da mortalidade materna Como fatores para esta estatística ainda elevada, o Dr. Moysés Rechtman aponta algumas causas principais. “As principais causas de morte materna são então a hemorragia, a hipertensão e a infecção. A hipertensão, neste momento, é o que mais mata na cidade do Rio de Janeiro, seguido da hemorragia e da infecção. Basicamente, as mulheres que chegam ao pré-natal e são diagnosticadas com hipertensão têm uma monitorização bastante adequada nos pré-natais bem feitos e dificilmente haverá algum óbito ou fator de risco para essas mulheres. Porém, a gente tendo uma mortalidade materna alta por hipertensão, a gente começa a verificar que o pré-natal não está adequado, e há que fazer campanhas para a melhoria do pré-natal”.

Outra preocupação em relação à morte materna são as hemorragias, que ocorrem durante o trabalho de parto na maioria das vezes. “O problema é basicamente na hora do parto, que ocorrem hemorragias e algumas delas não são debeladas, acabando em morte. E aí tem múltiplos fatores, como um adequado treinamento das equipes que funcionam nas maternidades, uma dificuldade de transfusão nessas pacientes em alguns lugares, dificuldade em relação ao uso do laboratório para verificação de parâmetros mais adequados ou dosagem de alguns parâmetros que são mais úteis nesses casos”, explica Dr. Moysés. No caso das infecções, uma das preocupações apontadas pelo Dr. Moysés são os abortos clandestinos. “O aborto infectado é uma das causas principais da mortalidade materna. E aí a gente vai ter outras discussões, como a discussão do direito da mulher ao aborto, o chamado aborto provocado, e que pode levar à morte por infecção. Ou através do aborto feito por curiosas ou abortos mal feitos em residências mesmo, ou usando substâncias como permanganato de potássio, talo de mamona, coisas inimagináveis no século 21, mas que em rincões do país, ou locais onde não há uma assistência adequada isso pode acontecer”. A campanha tem início neste dia 28 de maio, em Brasília, com o lançamento, pelo Ministério da Saúde (MS), da Meta de Redução da Mortalidade Materna até o ano de 2030. Dados do MS mostram que a mortalidade materna no Brasil caiu 58% entre 1990 e 2015, de 143 para 60 óbitos maternos por 100 mil nascidos vivos. Para efeitos de comparação, por exemplo, no Japão a proporção é de 6 óbitos de mulheres por 100 mil nascidos vivos.

Prevenção contra a Mortalidade Materna

Leia a entrevista com o ginecologista Moysés Rechtman

Por Fábio Borges

O dia 28 de maio no Brasil marca a Campanha de Combate à Mortalidade Materna e, no mundo, o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher. O Ministério da Saúde, através da Portaria nº 1.179, de 27 de abril 2018, a Semana Nacional de Mobilização pela Saúde das Mulheres. Esta iniciativa visa mobilizar os gestores, profissionais de saúde, usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS) e sociedade civil sobre a importância e a necessidade de promover, proteger e dar suporte a medidas de acesso e qualidade à atenção integral à saúde das mulheres. De acordo com o projeto, a cada ano, será enfatizado um tema numa abordagem ampliada à saúde da mulher. O tema escolhido para a primeira campanha será Mortalidade Materna. No Hospital Federal de Bonsucesso (HFB), o ginecologista Moysés Rechtman, coordenador do Centro de Atenção à Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente, explicou o conceito de mortalidade materna, as maneiras de proteger a saúde da mulher e a importância de ações de prevenção. “Um dos indicadores principais em relação à saúde da mulher é, indiscutivelmente, o índice de mortalidade materna. Entendendo-se como mortalidade materna os óbitos ocorridos durante a gestação ou após 42 dias do seu término, independentemente da localização, da duração da gravidez, e devido a qualquer causa relacionada à gestação. Tanto causas obstétricas indiretas como diretas”.

Dr. Moysés lembra que o Brasil avançou bastante na redução dos índices de mortalidade materna, mas ainda há um longo caminho para atingir o ideal. “No Brasil há um índice muito grande de mortes maternas. Elas são avaliadas através do número de óbitos femininos por 100 nascidos vivos em determinada área. No Brasil, em bora tenha havido uma diminuição da mortalidade materna, ela continua elevada, sendo que houve uma baixa real entre 1990 e 2015, razoavelmente acentuada, de 143 por 100, para 60 óbitos para cada 100 nascidos vivos, que ainda é um número considerado bastante elevado. No Rio de Janeiro dados mostram que essa mortalidade em 2015 foi de 60 para cada 100 mil, e isso tem aumentado em 2016 e 2017, chegando a cerca de 70 para 100 mil este ano, o que é um dado bastante preocupante”.

As causas da mortalidade materna Como fatores para esta estatística ainda elevada, o Dr. Moysés Rechtman aponta algumas causas principais. “As principais causas de morte materna são então a hemorragia, a hipertensão e a infecção. A hipertensão, neste momento, é o que mais mata na cidade do Rio de Janeiro, seguido da hemorragia e da infecção. Basicamente, as mulheres que chegam ao pré-natal e são diagnosticadas com hipertensão têm uma monitorização bastante adequada nos pré-natais bem feitos e dificilmente haverá algum óbito ou fator de risco para essas mulheres. Porém, a gente tendo uma mortalidade materna alta por hipertensão, a gente começa a verificar que o pré-natal não está adequado, e há que fazer campanhas para a melhoria do pré-natal”.

Outra preocupação em relação à morte materna são as hemorragias, que ocorrem durante o trabalho de parto na maioria das vezes. “O problema é basicamente na hora do parto, que ocorrem hemorragias e algumas delas não são debeladas, acabando em morte. E aí tem múltiplos fatores, como um adequado treinamento das equipes que funcionam nas maternidades, uma dificuldade de transfusão nessas pacientes em alguns lugares, dificuldade em relação ao uso do laboratório para verificação de parâmetros mais adequados ou dosagem de alguns parâmetros que são mais úteis nesses casos”, explica Dr. Moysés. No caso das infecções, uma das preocupações apontadas pelo Dr. Moysés são os abortos clandestinos. “O aborto infectado é uma das causas principais da mortalidade materna. E aí a gente vai ter outras discussões, como a discussão do direito da mulher ao aborto, o chamado aborto provocado, e que pode levar à morte por infecção. Ou através do aborto feito por curiosas ou abortos mal feitos em residências mesmo, ou usando substâncias como permanganato de potássio, talo de mamona, coisas inimagináveis no século 21, mas que em rincões do país, ou locais onde não há uma assistência adequada isso pode acontecer”. A campanha tem início neste dia 28 de maio, em Brasília, com o lançamento, pelo Ministério da Saúde (MS), da Meta de Redução da Mortalidade Materna até o ano de 2030. Dados do MS mostram que a mortalidade materna no Brasil caiu 58% entre 1990 e 2015, de 143 para 60 óbitos maternos por 100 mil nascidos vivos. Para efeitos de comparação, por exemplo, no Japão a proporção é de 6 óbitos de mulheres por 100 mil nascidos vivos. Prevenção contra a Mortalidade Materna

Leia a entrevista com o ginecologista Moysés Rechtman

Por Fábio Borges

O dia 28 de maio no Brasil marca a Campanha de Combate à Mortalidade Materna e, no mundo, o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher. O Ministério da Saúde, através da Portaria nº 1.179, de 27 de abril 2018, a Semana Nacional de Mobilização pela Saúde das Mulheres. Esta iniciativa visa mobilizar os gestores, profissionais de saúde, usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS) e sociedade civil sobre a importância e a necessidade de promover, proteger e dar suporte a medidas de acesso e qualidade à atenção integral à saúde das mulheres. De acordo com o projeto, a cada ano, será enfatizado um tema numa abordagem ampliada à saúde da mulher. O tema escolhido para a primeira campanha será Mortalidade Materna. No Hospital Federal de Bonsucesso (HFB), o ginecologista Moysés Rechtman, coordenador do Centro de Atenção à Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente, explicou o conceito de mortalidade materna, as maneiras de proteger a saúde da mulher e a importância de ações de prevenção. “Um dos indicadores principais em relação à saúde da mulher é, indiscutivelmente, o índice de mortalidade materna. Entendendo-se como mortalidade materna os óbitos ocorridos durante a gestação ou após 42 dias do seu término, independentemente da localização, da duração da gravidez, e devido a qualquer causa relacionada à gestação. Tanto causas obstétricas indiretas como diretas”.

Dr. Moysés lembra que o Brasil avançou bastante na redução dos índices de mortalidade materna, mas ainda há um longo caminho para atingir o ideal. “No Brasil há um índice muito grande de mortes maternas. Elas são avaliadas através do número de óbitos femininos por 100 nascidos vivos em determinada área. No Brasil, em bora tenha havido uma diminuição da mortalidade materna, ela continua elevada, sendo que houve uma baixa real entre 1990 e 2015, razoavelmente acentuada, de 143 por 100, para 60 óbitos para cada 100 nascidos vivos, que ainda é um número considerado bastante elevado. No Rio de Janeiro dados mostram que essa mortalidade em 2015 foi de 60 para cada 100 mil, e isso tem aumentado em 2016 e 2017, chegando a cerca de 70 para 100 mil este ano, o que é um dado bastante preocupante”.

As causas da mortalidade materna Como fatores para esta estatística ainda elevada, o Dr. Moysés Rechtman aponta algumas causas principais. “As principais causas de morte materna são então a hemorragia, a hipertensão e a infecção. A hipertensão, neste momento, é o que mais mata na cidade do Rio de Janeiro, seguido da hemorragia e da infecção. Basicamente, as mulheres que chegam ao pré-natal e são diagnosticadas com hipertensão têm uma monitorização bastante adequada nos pré-natais bem feitos e dificilmente haverá algum óbito ou fator de risco para essas mulheres. Porém, a gente tendo uma mortalidade materna alta por hipertensão, a gente começa a verificar que o pré-natal não está adequado, e há que fazer campanhas para a melhoria do pré-natal”.

Outra preocupação em relação à morte materna são as hemorragias, que ocorrem durante o trabalho de parto na maioria das vezes. “O problema é basicamente na hora do parto, que ocorrem hemorragias e algumas delas não são debeladas, acabando em morte. E aí tem múltiplos fatores, como um adequado treinamento das equipes que funcionam nas maternidades, uma dificuldade de transfusão nessas pacientes em alguns lugares, dificuldade em relação ao uso do laboratório para verificação de parâmetros mais adequados ou dosagem de alguns parâmetros que são mais úteis nesses casos”, explica Dr. Moysés. No caso das infecções, uma das preocupações apontadas pelo Dr. Moysés são os abortos clandestinos. “O aborto infectado é uma das causas principais da mortalidade materna. E aí a gente vai ter outras discussões, como a discussão do direito da mulher ao aborto, o chamado aborto provocado, e que pode levar à morte por infecção. Ou através do aborto feito por curiosas ou abortos mal feitos em residências mesmo, ou usando substâncias como permanganato de potássio, talo de mamona, coisas inimagináveis no século 21, mas que em rincões do país, ou locais onde não há uma assistência adequada isso pode acontecer”. A campanha tem início neste dia 28 de maio, em Brasília, com o lançamento, pelo Ministério da Saúde (MS), da Meta de Redução da Mortalidade Materna até o ano de 2030. Dados do MS mostram que a mortalidade materna no Brasil caiu 58% entre 1990 e 2015, de 143 para 60 óbitos maternos por 100 mil nascidos vivos. Para efeitos de comparação, por exemplo, no Japão a proporção é de 6 óbitos de mulheres por 100 mil nascidos vivos.

Prevenção contra a Mortalidade Materna

Leia a entrevista com o ginecologista Moysés Rechtman

Por Fábio Borges

O dia 28 de maio no Brasil marca a Campanha de Combate à Mortalidade Materna e, no mundo, o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher. O Ministério da Saúde, através da Portaria nº 1.179, de 27 de abril 2018, a Semana Nacional de Mobilização pela Saúde das Mulheres. Esta iniciativa visa mobilizar os gestores, profissionais de saúde, usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS) e sociedade civil sobre a importância e a necessidade de promover, proteger e dar suporte a medidas de acesso e qualidade à atenção integral à saúde das mulheres. De acordo com o projeto, a cada ano, será enfatizado um tema numa abordagem ampliada à saúde da mulher. O tema escolhido para a primeira campanha será Mortalidade Materna. No Hospital Federal de Bonsucesso (HFB), o ginecologista Moysés Rechtman, coordenador do Centro de Atenção à Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente, explicou o conceito de mortalidade materna, as maneiras de proteger a saúde da mulher e a importância de ações de prevenção. “Um dos indicadores principais em relação à saúde da mulher é, indiscutivelmente, o índice de mortalidade materna. Entendendo-se como mortalidade materna os óbitos ocorridos durante a gestação ou após 42 dias do seu término, independentemente da localização, da duração da gravidez, e devido a qualquer causa relacionada à gestação. Tanto causas obstétricas indiretas como diretas”.

Dr. Moysés lembra que o Brasil avançou bastante na redução dos índices de mortalidade materna, mas ainda há um longo caminho para atingir o ideal. “No Brasil há um índice muito grande de mortes maternas. Elas são avaliadas através do número de óbitos femininos por 100 nascidos vivos em determinada área. No Brasil, em bora tenha havido uma diminuição da mortalidade materna, ela continua elevada, sendo que houve uma baixa real entre 1990 e 2015, razoavelmente acentuada, de 143 por 100, para 60 óbitos para cada 100 nascidos vivos, que ainda é um número considerado bastante elevado. No Rio de Janeiro dados mostram que essa mortalidade em 2015 foi de 60 para cada 100 mil, e isso tem aumentado em 2016 e 2017, chegando a cerca de 70 para 100 mil este ano, o que é um dado bastante preocupante”.

As causas da mortalidade materna Como fatores para esta estatística ainda elevada, o Dr. Moysés Rechtman aponta algumas causas principais. “As principais causas de morte materna são então a hemorragia, a hipertensão e a infecção. A hipertensão, neste momento, é o que mais mata na cidade do Rio de Janeiro, seguido da hemorragia e da infecção. Basicamente, as mulheres que chegam ao pré-natal e são diagnosticadas com hipertensão têm uma monitorização bastante adequada nos pré-natais bem feitos e dificilmente haverá algum óbito ou fator de risco para essas mulheres. Porém, a gente tendo uma mortalidade materna alta por hipertensão, a gente começa a verificar que o pré-natal não está adequado, e há que fazer campanhas para a melhoria do pré-natal”.

Outra preocupação em relação à morte materna são as hemorragias, que ocorrem durante o trabalho de parto na maioria das vezes. “O problema é basicamente na hora do parto, que ocorrem hemorragias e algumas delas não são debeladas, acabando em morte. E aí tem múltiplos fatores, como um adequado treinamento das equipes que funcionam nas maternidades, uma dificuldade de transfusão nessas pacientes em alguns lugares, dificuldade em relação ao uso do laboratório para verificação de parâmetros mais adequados ou dosagem de alguns parâmetros que são mais úteis nesses casos”, explica Dr. Moysés. No caso das infecções, uma das preocupações apontadas pelo Dr. Moysés são os abortos clandestinos. “O aborto infectado é uma das causas principais da mortalidade materna. E aí a gente vai ter outras discussões, como a discussão do direito da mulher ao aborto, o chamado aborto provocado, e que pode levar à morte por infecção. Ou através do aborto feito por curiosas ou abortos mal feitos em residências mesmo, ou usando substâncias como permanganato de potássio, talo de mamona, coisas inimagináveis no século 21, mas que em rincões do país, ou locais onde não há uma assistência adequada isso pode acontecer”. A campanha tem início neste dia 28 de maio, em Brasília, com o lançamento, pelo Ministério da Saúde (MS), da Meta de Redução da Mortalidade Materna até o ano de 2030. Dados do MS mostram que a mortalidade materna no Brasil caiu 58% entre 1990 e 2015, de 143 para 60 óbitos maternos por 100 mil nascidos vivos. Para efeitos de comparação, por exemplo, no Japão a proporção é de 6 óbitos de mulheres por 100 mil nascidos vivos.

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