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12/004/2003

HGB discute violência doméstica à criança e ao adolescente

Por Ana Elisa Moraes



O Hospital Geral de Bonsucesso (HGB) promoveu, no dia 2 dezembro, a I Jornada de Atendimento à Criança e ao Adolescente Vítimas de Violência Intrafamiliar. O encontro, organizado pela equipe multidisciplinar do Núcleo de Atenção à Criança e ao Adolescente Vitimizados (NACAV/HGB), destacou os conceitos gerais e históricos da violência intrafamiliar, a negligência e os diferentes tipos de violência - física, sexual e psicológica - praticados contra crianças e adolescentes.

"O profissional de saúde tem a obrigação de tomar providências quando desconfiar ou confirmar algum tipo de violência contra a criança e os adolescentes, como afirma o art. 3 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)", alertou Teresa de Jesus de Oliveira, enfermeira-chefe da Clínica de Pediatria do HGB.

Segundo as coordenadoras do NACAV/HGB, Dra. Carmen Lúcia A. Atayde e Dra. Sandra de Morais Pereira, o objetivo da Jornada foi sensibilizar os participantes para o atendimento a esses casos, que vêm crescendo cada vez mais em todo o Estado. Foram registrados cerca de 4.300 casos no Rio, em 2000; e no NACAV, a média de atendimentos mensais é de 10 pacientes: "A família deve participar do processo de denúncia da violência à criança, isso porque ambos - o agressor e o agredido - são vítimas", disse Dra. Carmen, médica responsável pelo Ambulatório de Ginecologia Infantil do HGB.

A violência intrafamiliar não é caracterizada somente pela violência física e sexual; "a psicológica não deixa evidências, mas também é uma forma de violência", explicou Dr. Márcio Barbosa Godinho, médico da Clínica Pediátrica do HGB, e comentou, "mesmo que não haja evidências de agressão, deve-se apurar o caso".

"O contato físico de carinho e de afeto deve ser estimulado e não deve ser confundido com abuso sexual", afirmou Dra. Sandra de Morais Pereira, médica responsável pelo Ambulatório de Ginecologia para Adolescentes do HGB, quando explicava a diferença de carinho e abuso sexual. "Esperamos ter sensibilizado os participantes deste evento, e esperamos mais ainda que a violência intrafamiliar diminua", finalizou o Dr. Cesar Barbosa Gonçalves, médico responsável pelo Setor de Ortopedia Pediátrica do HGB.

O encontro contou, ainda, com a participação das assistentes sociais, Luzia Magalhães Cardoso, da Clínica de Pediatria e da equipe de transplante hepático do HGB e Maria Ivaneide Pinho de Souza; Ana Lúcia Fires Pereira, psicóloga da Clínica de Pediatria da Unidade e a socióloga, Ângela Petersohn, responsável pelo Serviço de Saúde Comunitária.

Veja a apresentação do trabalho

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