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Diabetes:
Programa de Educação
em Diabetes e Associação dos Diabéticos do HGB
Calendário -
Reuniões Mensais
As reuniões são realizadas às 09:00 h no Prédio
4, 2º andar ( Auditório).
| Grupo Infanto-Juvenil |
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05/08 |
DST/ Planejamento familiar e a Diabetes |
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02/09 |
Saúde Oral e a Diabetes |
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07/10 |
Dia das Crianças - Festividade |
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04/11 |
A Obesidade na Infância e a Diabetes |
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02/12 |
Festividade Natalina |
| Grupo Adultos |
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28/07 |
Seus Olhos e a Diabetes |
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25/08 |
Atividade Física no Controle da Diabetes |
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29/09 |
Saúde Oral e a Diabetes |
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27/10 |
Reumatologia |
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24/11 |
A Obesidade na 3ª Idade e a Diabetes |
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29/12 |
As festividades e a Diabetes - Como participar
mantendo o controle da Diabetes ? |
O HGB desenvolve um trabalho de educação
e conscientização dos portadores do diabetes informando suas restrições
e limites, para que eles tenham uma vida saudável. O Programa
de Educação em Diabetes conta com uma equipe multiprofissional
que é formada pela assistente social Nair Aparecida, pela endocrinologista
Dra. Neusa Braga e pela enfermeira Glória de Maria.
Os portadores da doença podem contar, também, com o auxílio da
Associação dos Diabéticos, organização que existe há mais de
20 anos, sem fins lucrativos, e que recebe apoio de voluntários.
Para associar-se é necessário ter uma matrícula no HGB e uma mensalidade
de R$ 2,00 por mês.
Feira dos Diabéticos no HGB
O HGB realiza, anualmente, a Feira dos Diabéticos, organizada pela
Associação dos Diabéticos do Hospital e com a participação de equipes
multiprofissionais da Unidade.
O evento se destina a fornecer à população esclarecimentos sobre
a doença através da exposição de vídeos e cartazes educativos com
ilustrações de seus sintomas e como controlá-la.
Em julho de 2000, durante a Feira, foram criados cardápios para
dieta dos diabéticos e realizados mais de780 testes de glicemia
capilar. No evento, foram montadas barracas dos expositores que
mostram as novidades para o controle da Diabete, do bazar com vários
objetos usados ou novos e da alimentação com a venda de produtos
dietéticos.
Nova área destinada ao tratamento do diabético no HGB
No final de 2000 foi inaugurada a Sala de Profilaxia do Pé do Diabético
do HGB, com o objetivo de prevenir a amputação do pé do paciente.
No local são realizadas atividades educativas, como orientações
sobre o calçado adequado. As instruções sobre a maneira correta
para lavar e secar os pés são dadas pela enfermeira do Programa
de Educação em Diabetes, Glória de Maria Vieira.
HGB na Campanha Nacional Contra o Diabetes
A Campanha Nacional Contra o Diabetes lançada pelo Ministério da
Saúde, lançada em 6 de março de 2001, tem como objetivo prevenir
as complicações causadas pela doença. A Campanha consisti na realização
de testes que verificam a taxa de açúcar no sangue em pessoas acima
de 40 anos.
O projeto é dividido em duas fases: algumas unidades de saúde realizaram
teste de glicemia capilar (faz-se um pequeno furo no dedo e retira-se
uma gota de sangue) e venosa (similar ao exame de sangue). A participação
do HGB se restringe à realização dos exames de glicemia venosa nos
pacientes encaminhados pelos postos de saúde, que obtiverem resultados
positivos nos testes de glicemia capilar.
Todos os atendimentos feitos no HGB são correspondentes a sua área
programática (AP 3.1). Das 200 pessoas agendadas para fazer o exame
na Unidade até agora, 106 compareceram e, em 55, foi confirmada
a presença do diabetes.
Saiba mais sobre o Diabetes
O diabetes é uma doença crônica que se manifesta de duas formas:
na infância e na juventude (tipo 1), quando o pâncreas deixa de
fabricar o hormônio insulina; e em idade adulta a partir dos 40
(tipo 2), quando o organismo desenvolve resistência à insulina,
sem aproveitá-la de maneira adequada.
Com isso a taxa do açúcar no sangue aumenta, provocando a imediata
falta de energia. E o tratamento seria a injeção de insulina, que
é o hormônio responsável pela queima desse açúcar.
O Diabetes é a sexta causa de morte no Brasil (25 mil brasileiros
por ano). Estima-se que 5 milhões de brasileiros entre 30 e 69 anos
tenha o tipo 2 da doença, mas a metade ainda não sabe, ficando expostos
a complicações decorrentes da doença. Da parcela que sabe, 23% não
segue o tratamento adequado, que geralmente se inicia com dieta
alimentar e comprimidos, passando depois a injeções de insulina.
No Estado do Rio de Janeiro, cerca de 200 mil pessoas possuem diabetes,
50% sabem da doença e a metade desse percentual faz o tratamento
adequado.
É importante lembrar que o não tratamento pode levar, principalmente,
à amputação de membros e à cegueira (o diabete é a primeira maior
causa mundial de cegueira adquirida). Além disso, a doença pode
causar derrame cerebral, problemas cardíacos, insuficiência renal,
dificuldade de cicatrização e falta de sensibilidade nas mãos e
pés.
Como reconhecer a doença
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TIPO 1
CAUSAS
A origem é genética, mas é preciso que fatores externos, como
viroses e traumas, ativem os genes defeituosos. Atinge pessoas
até 35 anos cujo organismo não produza insulina.
SINTOMAS
Urina em excesso, fome, sede, perda de peso, cansaço, coceira
e dificuldade de cicatrização.
DIAGNÓSTICO
Feito no início da doença, pois a ausência de insulina pode
levar ao coma em duas semanas.
TRATAMENTO
Injeções de insulina diárias. O paciente deve fazer cinco
refeições por dia e reduzir o consumo de açúcar.
COMPLICAÇÕES
A oxigenação dos tecidos torna-se deficiente. Perda da sensibilidade
dos dedos. Pode levar à cegueira e à impotência. Os diabéticos
têm duas vezes mais chances de sofrer infarto ou derrame.
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TIPO 2
CAUSAS
Também é de origem genética, mas os gatilhos da doença são
o sedentarismo e a obesidade. Afeta pessoas com mais de 40
anos cujo organismo produz insulina em quantidade insuficiente.
SINTOMAS
O mesmo do tipo 1.
DIAGNÓSTICO
Em geral, o paciente descobre entre seis e sete anos depois
de desenvolver a doença.
TRATAMENTO
A dieta balanceada é suficiente para manter estável o nível
de glicose no sangue. O paciente deve tomar apenas o anti-diabético
oral, remédio que normaliza o transporte de glicose para as
células. Em casos raros, a reposição de insulina é recomendada.
COMPLICAÇÕES
As mesmas do tipo 1.
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